:
Conta-nos uma antiga parábola, que certo dia, um alfinete e uma agulha
encontraram-se em uma cesta de costura. Estando os dois desocupados, começaram
a discutir, porque cada um se considerava melhor e mais importante que o
outro.
-Afinal, qual é mesmo a sua utilidade?
Disse o alfinete para a agulha.
-E como pensa você vencer na vida se não tem cabeça?
-A sua crítica não tem menor procedência
Respondeu a agulha respidamente.
-Responda-me agora, de que te serve a cabeça se não tem olho? Não é mais
importante poder ver?
-Ora! e de que lhe vale seu olho se há sempre um fio impedindo a sua visão?
Retrucou o alfinete.
-Pois que fique sabendo que mesmo tendo um fio atravessando o meu olho, eu
ainda posso fazer muito mais do que você.!
Enquanto se oculpavam nessa discussão, uma senhora pegou a cesta de costura
desejando coser um pequeno rasgo no tapête. Enfiou a agulha com linha bem
resistente e se pôs a costurar o mais rápido que pôde. Derrepente a linha
emaranhou-se formando uma laçada, que dificultou a o acabamento da costura.
Apressada a mulher deu um puxão violento que rompeu o olho da agulha. Tendo
que utimar aquele trabalho, ela amarrou a linha na cabeça do alfinete e conseguiu
dar os pontos finais; mais na hora de arrematar, a cabeça do alfinete se
desprendeu.
Impaciente com tudo, jogou o alfinete e a agulha na cesta e saiu resmungando!!!
Ambos estavam enganados. O alfinete e a agulha, nenhum dos dois eram inssubstituíveis!
Nenhum dos dois eram perfeitos; nenhum dos dois eram tão versátil
que pudessem julgar-se com o direito de se considerar melhor do que o outro
Lição
"Porque tambem o corpo não é um membro; mas, muitos. Se o pé disser: Porque
não sou mão, não sou do corpo. Nem por isso deixará de ser do corpo. E o olho
não poderá dizer a mão: Não tenho necessidade de ti.!!"
Nenhum comentário:
Postar um comentário